Créditos

Responsável pela Sustentabilidade | Mônica Alcântara

Responsável pela publicação | Guilherme Bourroul

Consultoria GRI e coordenação editorial | usina82

Projeto gráfico e desenvolvimento web | GIZ Propaganda

Fotografia | Eduardo Moody e acervo Odebrecht Agroindustrial

Perspectivas Futuras

Impacto Ambiental Anexo GRI

O Brasil é o país mais avançado do mundo na área de biocombustíveis. Em volume, é o segundo maior produtor mundial de etanol e biodiesel e apresenta grande potencial de ampliação do uso de recursos renováveis no consumo total de energia, considerando outros bioenergéticos. No entanto, o arcabouço jurídico sobre o qual esse mercado está baseado ainda apresenta muitas fragilidades. Assim, com o crescente reconhecimento do papel e da importância dos biocombustíveis para a matriz energética brasileira, o Governo Federal anunciou, no final de 2016, o lançamento do RenovaBio, programa que busca expandir a produção de biocombustíveis no Brasil, baseada na previsibilidade, na sustentabilidade ambiental, econômica e social e compatível com o crescimento do mercado.

Sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), o programa tem quatro eixos estratégicos, identificando oportunidades para aumentar a competitividade da indústria nacional. No início de 2017, o MME abriu consulta pública para avaliação e discussão das diretrizes gerais traçadas para o RenovaBio. O modelo de regulamentação do RenovaBio será definido ao longo de 2017. No período de 15 de fevereiro a 20 de março de 2017 foi realizada consulta pública para avaliação das diretrizes do programa. Em junho, o Conselho de Políticas Energéticas aprovou uma resolução que consolidou as discussões levantadas pela consulta pública e formalizou as diretrizes estratégicas do programa.

As novas medidas atendem à demanda setorial pela execução de políticas públicas que garantam a precificação das externalidades positivas do uso de combustíveis renováveis e que proporcionem previsibilidade para a retomada dos investimentos. Entre as propostas apresentadas pelo programa destaca-se um mandato que limita anualmente as emissões de gases de efeito estufa para os veículos leves e estabelece a diferenciação tributária entre gasolina e etanol, como uma importante política de curto prazo.

A Odebrecht Agroindustrial esteve presente nas discussões desde o início do processo de formulação da política, por meio de fóruns setoriais, como membro do Conselho da União da Indústria de Cana de Açúcar (UNICA), da participação nas reuniões e da Mesa de Abastecimento do Etanol, um grupo de trabalho do MME cujo objetivo é acompanhar e garantir o abastecimento de combustíveis no país e refletir sobre políticas públicas para os setores envolvidos. G4-16

Internamente, a partir da safra 2017/2018, iniciaremos o estudo de estratégias de mercado que possam representar alavancas de geração de valor financeiro baseadas nos benefícios socioambientais de nossos produtos. Com esse viés, por exemplo, acompanhamos as evoluções e participamos das discussões para a criação de um sistema nacional de precificação de carbono.

No âmbito das operações, daremos continuidade aos programas de melhoria e aumento da produtividade nos processos industriais e agrícolas. Embora nossa evolução de desempenho nessa frente venha sendo contínua, somos incansáveis na busca de novas oportunidades para aumentar o valor e os impactos positivos que geramos para todos os nossos públicos.