Créditos

Responsável pela Sustentabilidade | Mônica Alcântara

Responsável pela publicação | Guilherme Bourroul

Consultoria GRI e coordenação editorial | usina82

Projeto gráfico e desenvolvimento web | GIZ Propaganda

Fotografia | Eduardo Moody e acervo Odebrecht Agroindustrial

Anexo GRI

Perspectivas Futuras

Sumário de Conteúdo da GRI
G4-32

Conteúdos padrão gerais
Descrição Página Omissões
Estratégia e análise
G4-1 Mensagem do Líder de Negócio
G4-2 Matriz de Materialidade
Ética, Transparência e Integridade
Perfil organizacional
G4-3 Quem Somos
G4-4 Quem Somos
G4-5 Quem Somos
G4-6 Quem Somos
G4-7 Quem Somos
G4-8 Quem Somos
G4-9 Quem Somos
Desempenho dos Negócios
G4-10 Compromisso com os Integrantes
Complementos aos Indicadores GRI
G4-11 Complementos aos Indicadores GRI
G4-12 Parceiros Mais Fortes
Cadeia de Suprimentos
G4-13 Parceiros Mais Fortes
G4-14 Materiais
Complementos aos Indicadores GRI
G4-15 Compromissos Assumidos
G4-16 Perspectivas Futuras
Complementos aos Indicadores GRI
Aspectos materiais identificados e limites
G4-17 Complementos aos Indicadores GRI
G4-18 Matriz de Materialidade
G4-19 Matriz de Materialidade
G4-20 Complementos aos Indicadores GRI
G4-21 Complementos aos Indicadores GRI
G4-22 Complementos aos Indicadores GRI
G4-23 Matriz de Materialidade
Engajamento de stakeholders
G4-24 Quem Somos
Matriz de Materialidade
Desenvolvimento Local
G4-25 Quem Somos
Matriz de Materialidade
Desenvolvimento Local
G4-26 Quem Somos
Matriz de Materialidade
Desenvolvimento Local
G4-27 Quem Somos
Matriz de Materialidade
Desenvolvimento Local
Perfil do relatório
G4-28 Apresentação
G4-29 Apresentação
G4-30 Apresentação
G4-31 Apresentação
G4-32 Apresentação
G4-33 Apresentação
Sumário de Conteúdo da GRI
Governança
G4-34 Quem Somos
Ética e integridade
G4-56 Ética, Transparência e Integridade
G4-57 Ética, Transparência e Integridade
G4-58 Ética, Transparência e Integridade


Índice Remissivo do Pacto Global
Dimensão Princípio Indicadores GRI relacionados Saiba mais nos capítulos
Direitos Humanos 1. As empresas devem apoiar e respeitar a proteção de direitos humanos reconhecidos internacionalmente; e G4-SO1 e G4-SO2 Ética, Transparência e Integridade
Desempenho dos Negócios
Desenvolvimento Local
2. Assegurar-se de sua não participação em violações destes direitos
Trabalho 3. As empresas devem apoiar a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo do direito à negociação coletiva; G4-11 Desempenho dos Negócios
Compromisso com os Integrantes
Desenvolvimento Local
4. A eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório;
5. A abolição efetiva do trabalho infantil; e
6. Eliminar a discriminação no emprego G4-10, G4-LA1 e G4-LA9
Meio Ambiente 7. As empresas devem apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais; G4-EN1, G4-EN3, G4-EN8, G4-EN15, G4-EN16, G4-EN17, G4-EN27 e G4-EN31 Desempenho dos Negócios
Desenvolvimento Local
Impacto Ambiental
8. Desenvolver iniciativas para promover maior responsabilidade ambiental; e G4-EN1, G4-EN3, G4-EN8, G4-EN10, G4-EN11, G4-EN12, G4-EN15, G4-EN16, G4-EN17, G4-EN23, G4-EN27, G4-EN30, G4-EN31, G4-EN32 e G4-EN34
9. Incentivar o desenvolvimento e difusão de tecnologias ambientalmente amigáveis G4-EN27 e G4-EN31
Contra a Corrupção 10. As empresas devem combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina G4-56, G4-57, G4-58 e G4-SO5 Ética, Transparência e Integridade
Conteúdos padrão específicos
Aspectos materiais Descrição Página Omissões
Categoria econômica
Desempenho econômico G4-DMA Desempenho dos Negócios
G4-EC1 Desempenho dos Negócios
Complementos aos Indicadores GRI
Impactos econômicos indiretos G4-DMA Desenvolvimento Local
G4-EC7 Desenvolvimento Local
Práticas de compra G4-DMA Parceiros Mais Fortes
Cadeia de Suprimentos
G4-EC9 Parceiros Mais Fortes
Cadeia de Suprimentos
Complementos aos Indicadores GRI
Categoria ambiental
Materiais G4-DMA Materiais
G4-EN1 Complementos aos Indicadores GRI
Energia G4-DMA Quem Somos
G4-EN3 Complementos aos Indicadores GRI
Água G4-DMA Recursos Hídricos
G4-EN8 Complementos aos Indicadores GRI
G4-EN10 Complementos aos Indicadores GRI
Biodiversidade G4-DMA Biodiversidade
G4-EN11 Complementos aos Indicadores GRI
G4-EN12 Biodiversidade
Emissões G4-DMA Emissões Atmosféricas
G4-EN15 Emissões Atmosféricas
Complementos aos Indicadores GRI
G4-EN16 Emissões Atmosféricas
Complementos aos Indicadores GRI
G4-EN17 Emissões Atmosféricas
Complementos aos Indicadores GRI
Efluentes e resíduos G4-DMA Materiais
G4-EN23 Materiais
Complementos aos Indicadores GRI
Produtos e serviços G4-DMA Impacto Ambiental
G4-EN27 Impacto Ambiental
Conformidade G4-DMA Impacto Ambiental
G4-EN29 Complementos aos Indicadores GRI
Transportes G4-DMA Impacto Ambiental
G4-EN30 Complementos aos Indicadores GRI
Geral G4-DMA Impacto Ambiental
G4-EN31 Complementos aos Indicadores GRI
Avaliação ambiental de fornecedores G4-DMA Parceiros Mais Fortes
Cadeia de Suprimentos
G4-EN32 Parceiros Mais Fortes
Cadeia de Suprimentos
Mecanismos de queixas e reclamações relacionadas a impactos ambientais G4-DMA Impacto Ambiental
G4-EN34 Complementos aos Indicadores GRI
Categoria social – práticas trabalhistas e trabalho decente
Emprego G4-DMA Compromisso com os Integrantes
G4-LA1 Compromisso com os Integrantes
Complementos aos Indicadores GRI
Saúde e segurança no trabalho G4-DMA Segurança e Saúde dos Integrantes
G4-LA6 Segurança e Saúde dos Integrantes
Complementos aos Indicadores GRI
Treinamento e educação G4-DMA Compromisso com os Integrantes
G4-LA9 Compromisso com os Integrantes
Complementos aos Indicadores GRI
Avaliação de fornecedores em práticas trabalhistas G4-DMA Parceiros Mais Fortes
Cadeia de Suprimentos
G4-LA14 Parceiros Mais Fortes
Cadeia de Suprimentos
Categoria social – sociedade
Comunidades locais G4-DMA Desenvolvimento Local
G4-SO1 Desenvolvimento Local
G4-SO2 Materiais
Combate à corrupção G4-DMA Ética, Transparência e Integridade
G4-SO5 Ética, Transparência e Integridade
Conformidade G4-DMA Ética, Transparência e Integridade
G4-SO8 Complementos aos Indicadores GRI



Complementos aos Indicadores GRI

G4-10G4-11

A Odebrecht Agroindustrial não conta com autônomos em atividades significativas e não está sujeita a variações sazonais em sua força de trabalho. Para mais informações, clique aqui.

Integrantes por contrato de trabalho, tipo de emprego e gênero* 2016/2017 2015/2016
Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total
Tempo indeterminado 9.346 1.572 10.918 9.303 1.586 10.889
Tempo determinado 105 98 203 149 106 255
Total 9.451 1.670 11.121 9.452 1.692 11.114


Força de trabalho por vínculo empregatício e gênero 2016/2017 2015/2016
Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total
Integrantes 9.328 1.558 10.886 9.302 1.584 10.886
Aprendizes 105 98 203 114 79 193
Jovens Parceiros 18 14 32 1 2 3
Estagiários 14 23 37 35 27 62
Terceirizados 5.971 851 6.822 4.471 285 4.756
Total 15.436 2.544 17.980 13.923 1.977 15.900

*Considera Integrantes, Aprendizes e Jovens Parceiros, todos estão cobertos por acordos coletivos de trabalho e atuam em jornada integral. Os dados do período anterior foram reapresentados para permitir a comparação. G4-22


G4-14

Não há risco de impacto ambiental grave ou irreversível nas operações da Odebrecht Agroindustrial. Os riscos ambientais de maior potencial estão associados à utilização da vinhaça na fertirrigação dos canaviais (desenvolvimento da mosca dos estábulos e contaminação do solo e de corpos hídricos), sendo todos reversíveis. Para mais informações, clique aqui.

G4-16

A atuação institucional da Odebrecht Agroindustrial se dá prioritariamente por meio da associação a entidades de classe do setor produtivo e sucroenergético. Nossa participação nesses fóruns tem permitido aprimorar as discussões em torno dos desafios e necessidades dos produtores de etanol e açúcar, envolvendo nossos pares, governos e outros agentes da cadeia de valor. Para participar dos debates mais abrangentes do setor produtivo, integramos o Conselho Temático de Agroindústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Núcleo de Acompanhamento Legislativo da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp).

No contexto sucroenergético, contribuímos para a formulação de políticas públicas específicas para o setor por meio de entidades nacionais e regionais. No âmbito nacional, a Empresa faz parte da Câmara Setorial do Açúcar e Etanol, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e tem assento na Mesa Tripartite Governo-Produtores-Distribuidores, do Ministério de Minas e Energia. Por meio da UNICA, também colaboramos com os debates do Fórum Nacional Sucroenergético e da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético no Congresso Nacional.

A Odebrecht Agroindustrial mantém participação constante nos conselhos decisórios de entidades representativas nos estados em que tem Unidades produtivas instaladas, como nos conselhos da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), em São Paulo, da Associação dos Produtores de Bioenergia do Mato Grosso do Sul (Biosul), do Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg) e do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do Estado de Mato Grosso (Sindalcool-MT). Nas três primeiras, a Empresa também participa de comitês e comissões relacionadas a meio ambiente, saúde e segurança, gestão agrícola, recursos humanos e questões jurídicas e tributárias. Adicionalmente, integramos o conselho da União dos Produtores de Bioenergia (Udop).

Entre os principais desafios do setor está a elaboração de políticas públicas que garantam a precificação de externalidades positivas dos combustíveis de fontes renováveis, proporcionando melhor previsibilidade para a retomada de investimentos e ampliação da produção, em linha com as metas assinadas pelo governo brasileiro no Acordo de Paris. Nesse sentido, uma evolução significativa foi o início das discussões sobre o RenovaBio. Para mais informações, clique aqui.

G4-17

O Relatório Anual 2016/2017 da Odebrecht Agroindustrial compreende as seguintes entidades: Agro Energia Santa Luzia S.A.; Brenco Companhia Brasileira de Energia Renovável S.A.; Destilaria Alcídia S.A.; Rio Claro Agroindustrial S.A.;Usina Eldorado S.A.; e Usina Conquista do Pontal S.A. Além dessas, as demonstrações financeiras da Empresa também contemplam a Odebrecht Agroindustrial Participações S.A.; a Centro Sul Transportadora Dutoviária Ltda.; a Odebrecht Agroindustrial International Corp.; e a Pontal Agropecuária S.A. Especificamente em relação aos indicadores ambientais e de Parcerias Agrícolas, são consideradas apenas as operações agroindustriais, excluindo-se os escritórios em São Paulo e Campinas.

G4-20G4-21

Os aspectos priorizados pela Matriz de Materialidade são relevantes de maneira transversal em toda a Odebrecht Agroindustrial. Já o limite externo desses aspectos é preponderantemente regional, conforme detalhamento na tabela abaixo. Para saber mais, clique aqui.

Tema material Aspecto GRI correlacionados Limites externos
Desempenho dos negócios Desempenho econômico
Práticas de compra
Avaliação ambiental de fornecedores
Avaliação de fornecedores em práticas trabalhistas%
Geográfico: nacional
Públicos: Acionistas, Clientes, Parceiros Comerciais e Instituições Financeiras
Compromisso com os Integrantes Emprego
Saúde e segurança no trabalho
Treinamento e educação
Geográfico: regional
Público: Governo
Desenvolvimento local Impactos econômicos indiretos
Comunidades locais
Geográfico: regional
Públicos: Comunidade, Fornecedores e Governo
Impacto ambiental Materiais
Energia
Água
Biodiversidade
Emissões
Efluentes e resíduos
Produtos e serviços
Conformidade (ambiental)
Transporte
Geral
Mecanismos de queixas e reclamações relacionadas a impactos ambientais
Geográfico: regional, exceto para emissões, produtos e serviços e conformidade, cujos impactos e riscos têm abrangência nacional
Públicos: Comunidade, Fornecedores, Parceiros Agrícolas, Organizações Não Governamentais, Governo e Instituições Financeiras
Ética, integridade e transparência Combate à corrupção
Concorrência desleal
Conformidade (social – sociedade)
Geográfico: nacional
Públicos: Acionistas, Clientes, Parceiros Comerciais, Instituições Financeiras, Governo e Imprensa


G4-EC1

O valor econômico direto gerado pela Odebrecht Agroindustrial atingiu R$ 1,7 bilhão. Entre os fatores que impactaram esse resultado, destacam-se: incorporação do resultado das SPEs de energia desde 22 de dezembro de 2016; crescimento dos volumes de venda e do preço médio dos produtos; aumento da quantidade de cana-de-açúcar adquirida de terceiros; e elevação dos valores de amortização na lavoura (expansão das áreas aptas ao plantio).

Demonstração do valor adicionado (R$ mil) 2016/2017* 2015/2016**
Valor econômico direto gerado
Vendas de mercadorias, produtos e serviços 5.270.267 4.201.955
Insumos adquiridos de terceiros (2.198.691) (1.874.222)
Valor adicionado bruto 3.071.576 2.327.733
Depreciação, amortização e exaustão (1.679.421) (1.332.672)
Valor adicionado líquido 1.392.155 995.062
Valor adicionado recebido em transferência 700.140 833.054
Valor adicionado total a distribuir 2.092.295 1.828.115
Valor econômico distribuído
Pessoas e encargos 785.744 836.095
Governo e sociedade (impostos, taxas e contribuições) 326.624 169.967
Lucro (prejuízo) do exercício (1.579.806) (1.744.613)
Participação dos não controladores (2.835) (2.329)
*Considera 12 meses da operação de cogeração de energia elétrica
**Dados de 2015/2016 reapresentados devido a alteração de prática contábil. Introduzidas as Normas IAS16 e IAS41, vigentes a partir de 1º de abril de 2016, aplicadas retrospectivamente, considerando o período mais antigo, ou seja, 1º de abril de 2015.

G4-22


G4-EC9

Todas as despesas com Parceiros Agrícolas são consideradas locais, uma vez que esses Fornecedores se localizam no mesmo Estado das Unidades Agroindustriais. Na gestão de suprimentos, o percentual de gastos com fornecedores locais aumentou em 2016/2017 principalmente no Polo Eldorado.

Consolidando os gastos com Parceiros Agrícolas e com Fornecedores de suprimentos, o percentual de compras locais da Empresa em 2016/2017 foi de 54,7%, superior aos 41,9% registrados no ano anterior, principalmente pelo aumento da ordem de 53% dos gastos locais com Parceiros Agrícolas. Consulte as seções Parceiros Mais Fortes e Cadeia de Suprimentos para mais informações.

G4-EN1

Na safra 2016/2017, alcançamos um índice de materiais de fontes renováveis de 97,8%. Ao longo do ano, tivemos um acréscimo significativo no uso de fertilizantes para aumentar a produtividade dos canaviais.

Proporção de gastos com fornecedores locais (exceto Parceiros Agrícolas) 2016/2017 2015/2016
Polo São Paulo 65,7% 70,8%
Polo Eldorado 23,4% 18,7%
Polo Santa Luzia 22,2% 22,0%
Polo Goiás 17,0% 24,1%
Polo Araguaia 29,1% 29,9%
Polo Taquari 35,7% 38,3%
Escritórios corporativos 88,7% nd
Consolidado 36,9% 27,2%


Materiais consumidos (toneladas) 2016/2017
Cana-de-açúcar
Cana própria processada 20.790.763
Cana de Parceiros Agrícolas processada 7.527.934
Subtotal 28.318.697
Insumos agrícolas
Corretivos 394.528
Inseticidas 305
Fungicidas 42
Herbicidas 4.584
Fertilizantes 141.752
Outros fertilizantes orgânicos 2.001
Subtotal 543.212
Insumos industriais
Cal 11.895
Ácido sulfúrico 13.030
Ácido clorídrico 180
Soda 1.842
Antibióticos 6
Químicos inorgânicos 380
Químicos orgânicos 866
Subtotal 28.199
Combustíveis
Diesel* 49.525
Etanol 2.034
Subtotal 51.559
Totais
Materiais provenientes de fonte renovável 28.324.299
Materiais provenientes de fonte não renovável 617.367
Total 28.941.781


G4-EN3

A Odebrecht Agroindustrial gera toda a energia de que necessita para suas operações por meio da queima do bagaço de cana-de-açúcar e de outros combustíveis e comercializa o excedente. Apenas na entressafra as Unidades adquirem energia elétrica de concessionárias. Em 2016/2017, consumimos 65,1 milhões de GJ, uma redução de 4% sobre o período anterior. A queima de biomassa abasteceu nossa demanda por energia durante a safra. Considerando esse e outros combustíveis, o percentual de energia gerada a partir de fontes renováveis foi de 97%. Em relação ao período anterior, conseguimos reduzir em 19% o consumo de energia elétrica, pois o período de entressafra foi mais curto.

Geração e consumo de energia em 2016/2017 (GJ) Polo São Paulo Polo Eldorado Polo Santa Luzia Polo Goiás Polo Araguaia Polo Taquari Consolidado
A. Energia gerada pela queima de combustíveis
Bagaço de cana-de-açúcar 12.061.519 8.847.651 12.582.173 10.768.893 11.958.159 14.294.945 70.513.339
Diesel* 534.552 207.973 377.844 273.200 312.640 502.438 2.208.646
Etanol 13.491 5.350 8.216 7.725 8.646 11.576 55.004
Total de energia gerada pela queima de combustíveis 12.609.562 9.060.974 12.968.233 11.049.818 12.279.445 14.808.959 72.776.989
Percentual de energia gerada a partir de combustíveis de fontes renováveis 96% 98% 97% 98% 98% 97% 97%
B. Energia adquirida de concessionárias ou do mercado livre**
Energia elétrica 1.946 21.624 1.262 2.004 14.725 3.317 44.878
C. Energia vendida
Energia elétrica exportada 1.324.639 1.014.072 1.355.531 1.136.617 1.297.469 1.635.118 7.763.445
Total
Consumo de energia da Odebrecht Agroindustrial (A+B-C) 11.286.869 8.068.526 11.613.964 9.915.204 10.996.701 13.177.158 65.058.422


G4-EN8G4-EN10

Na safra 2016/2017, captamos um total de 38,2 milhões de litros de água em nossas unidades, 4% a mais do que no período anterior.

Consumo de água em 2016/2017 (mil m3) Polo São Paulo Polo Eldorado Polo Santa Luzia Polo Goiás Polo Araguaia Polo Taquari Consolidado
Captação de água*
Águas superficiais 4.770 4.558 6.254 11.012 4.702 6.280 37.575
Águas subterrâneas 286 22 45 18 215 74 659
Total de água captada 5.056 4.580 6.299 11.030 4.917 6.354 38.234
Reutilização de água na indústria
Volume reutilizado 2.957 2.506 3.429 2.022 2.494 2.711 16.120
Percentual sobre o total captado** 58% 55% 54% 40% 51% 43% 50%


G4-EN11

A Odebrecht Agroindustrial possui algumas áreas de plantio (próprias ou arrendadas) em Zonas de Amortecimento, Áreas de Preservação Ambiental (APAs) e no entorno de outras unidades de conservação:

• Polo São Paulo: 2.480 hectares no entorno do Parque Morro do Diabo e da Estação Ecológica Mico-Leão-Preto, ambos importantes para a preservação da Mata Atlântica. Na Estação Ecológica, podem ser realizadas pesquisas, com prévia autorização, mas não é permitida a visitação.
• Polo Eldorado: 392 hectares na APA das Várzeas do Rio Ivinhema, que visam preservar esse curso d’água, relevante na composição da Bacia Hidrográfica do Rio Paraná.
• Polo Araguaia: 939 hectares na Zona de Amortecimento do Parque Nacional das Emas. Considerado uma unidade de conservação de proteção integral, foi criado para preservar o bioma Cerrado e proteger áreas de recarga do aquífero Guarani. O Parque é considerado pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade.
• Polo Taquari: 46.014 hectares em Zonas de Amortecimento de unidades de conservação relacionadas às nascentes dos rios Sucuriú e Taquari e ao Parque Nacional das Emas; 4.164 hectares de plantio em APA da Bacia do Alto Paraguai; 29.957 hectares em APAs municipais da Nascente do Rio Araguaia, Ninho das Águas e Ribeirão do Sapo. Todas essas áreas de conservação são relevantes para a preservação do Cerrado e de nascentes na região.
G4-EN15G4-EN16G4-EN17

A Odebrecht Agroindustrial publica desde 2015 seu inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) de acordo com a metodologia do GHG Protocol, considerando como escopo o ano fiscal das operações. O documento está disponível para acesso a todos os interessados em http://registropublicodeemissoes.com.br/participantes/2297. Em 2016, registramos diminuições significativas nos escopos 2 e 3. No primeiro caso, a redução foi de 35%, tanto em função do menor consumo de energia durante a entressafra quanto pelo menor fator de emissão do Sistema Interligado Nacional (SIN). Em relação ao escopo 3, a variação é reflexo de uma mudança nos métodos de cálculo: deixamos de utilizar dados secundários para cana de terceiros e serviços mecanizados de terceiros e, ao longo de 2017, desenvolveremos um programa de treinamento e apuração de dados de escopo 3 com as empresas parceiras. Para saber mais sobre o inventário de emissões de GEE relativo ao ano-safra, clique aqui.

Inventário de emissões de GEE (mil tCO2e) – metodologia GHG Protocol 2016 2015
Escopo 1
Emissões diretas brutas 629,6 638,1
Emissões biogênicas 6.146,1 5.831,9
Remoção biogênica (mudança de uso do solo) 1.365,3 1.297,5
Escopo 2
Emissões indiretas (consumo de energia elétrica) 1,1 1,7
Escopo 3
Emissões indiretas (outras) 115,2 325,4
Emissões biogênicas 7,9 18,1
Remoção biogênica (mudança de uso do solo) nd 249,7

G4-EN23

Cerca de 80% dos resíduos gerados no último ano-safra são considerados não perigosos. Entre os métodos de destinação, priorizamos sempre que possível a reciclagem, a recuperação e o coprocessamento. Para saber mais, clique aqui.

Resíduos descartados em 2016/2017 (toneladas) Polo São Paulo Polo Eldorado Polo Santa Luzia Polo Goiás Polo Araguaia Polo Taquari Consolidado
Perigosos
Reciclagem 90,7 2,7 2,1 0,2 23,2 13,7 132,7
Recuperação 27,8 25,3 21,2 0,0 95,7 89,5 259,4
Incineração 0,0 0,0 0,0 0,8 97,8 0,1 98,7
Coprocessamento 65,1 43,2 57,7 68,3 48,3 118,1 400,8
Reutilização 0,0 0,0 8,8 0,0 0,0 0,0 8,8
Subtotal 183,6 71,2 89,8 143,3 265,0 221,4 974,4
Não perigosos
Reciclagem 604,5 406,2 616,1 449,2 106,0 506,1 2.688,1
Recuperação 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 445,0 445,0
Incineração 0,0 0,0 15,1 0,0 0,0 0,0 15,1
Coprocessamento 0,0 0,0 10,2 30,2 53,0 476,4 569,8
Aterro 18,6 32,8 13,3 17,5 41,4 31,0 154,6
Compostagem 17,3 18,1 31,3 24,0 43,4 25,0 159,0
Outros 6,5 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,5
Subtotal 646,9 457,1 685,9 520,9 243,8 1.483,5 4.038,1
G4-EN29

Em 2016/2017, recebemos seis autuações ambientais, para as quais apresentamos recursos. Três delas estão relacionadas a incêndios (um no Polo Goiás e dois no Polo Santa Luzia), nas quais argumentamos que a causa dessas ocorrências é desconhecida. De acordo com o novo Código Florestal, nesses casos não se pode responsabilizar a empresa envolvida no incidente. Além dessas, recebemos um auto de infração, pois o órgão ambiental entendeu que não estávamos fazendo a recomposição de uma área protegida. Esclarecemos que essa área é objeto de um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) e apresentamos os respectivos laudos técnicos ao órgão competente. Também recebemos duas notificações do Ministério da Agropecuária, relacionadas à erosão do solo, para as quais apresentamos os esclarecimentos solicitados. No período também incorremos numa multa no valor de R$ 173 mil por causa de um incêndio ocorrido numa área de PRAD da Unidade Alcídia.

Ainda no último ano-safra, evitamos o dispêndio de aproximadamente R$ 3 milhões, cobrados em três autos de infração relacionados a incêndios nos canaviais do Polo Santa Luzia, abertos em 2014. A decisão do Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul (Imasul) inocentou a Empresa de ter causado as ocorrências por ações internas ou negligência.



G4-EN30

Para diminuir o risco de atropelamento de animais silvestres, existentes nas áreas de Reserva Legal, Proteção Permanente, de conservação e parques próximos às nossas Unidades, instalamos limitadores de velocidade em nossos veículos e investimos em ações de educação ambiental e na sinalização das vias. Além disso, nos períodos de safra, umidificamos algumas das vias pelas quais realizamos o transporte de cana, minimizando o impacto em poeira.

G4-EN31

Os investimentos ambientais no último ano-safra totalizaram R$ 28 milhões, montante 70% maior do que no período anterior, principalmente pelos investimentos em sistemas e equipamentos para a prevenção de impactos ambientais e a gestão de emissões atmosféricas.

Investimentos e gastos em proteção ambiental* 2016/2017 2015/2016
Disposição de resíduos 1.971 1.804
Emissões atmosféricas 10.632 7.779
Prevenção e gestão ambiental 14.775 6.503
Remediação 616 362
Total 27.994 16.448
As categorias apresentadas compreendem as seguintes atividades: Disposição de resíduos – incineração, aterros, coprocessamento, equipe terceirizada de gerenciamento de resíduos; Emissões atmosféricas – monitoramento de gases de caldeiras e fornos, se aplicável; Prevenção e gestão ambiental – Gastos Fixos e Desembolsáveis (GFD) da equpe de SSMA, treinamentos, custos de licenciamentos, monitoramentos ambientais, consultorias, investimentos para melhoria dos processos; Remediação – custos com remediação de solos, corpos hídricos, recuperação de Áreas de Proteção Ambiental (APA), Áreas de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal (RL), Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) etc. Os dados do ano anterior foram reapresentados para permitir a comparabilidade com os critérios de reporte deste ciclo.



G4-EN34

Na safra 2016/2017, recebemos cinco queixas relacionadas a impactos ambientais em nossas unidades. Duas delas estavam relacionadas à questão da mosca do estábulo (uma no Polo Santa Luzia e outra no Polo Taquari), cujas iniciativas de controle já estão implementadas. Ainda no Polo Taquari, a Unidade Costa Rica recebeu uma reclamação sobre o cultivo de cana em uma área de preservação permanente – a ocorrência, em uma propriedade de terceiros, já foi remediada para o adequado manejo da APP. Adicionalmente, o Polo São Paulo recebeu duas queixas no período: uma relacionada a incêndio, cuja causa é desconhecida; e outra sobre erosão do solo. Nos dois casos a Unidade prestou todos os esclarecimentos solicitados, comprovando as boas práticas de gestão adotadas.

G4-LA1

O efetivo e a taxa de rotatividade da Odebrecht Agroindustrial são acompanhados mensalmente. A Empresa tem uma meta anual de redução de sua taxa de rotatividade, definida com base no resultado do ano anterior. Os processos de recrutamento e seleção são realizados prioritariamente por meio da identificação interna de pessoas da própria Odebrecht Agroindustrial e da mobilização de profissionais das diversas empresas da Odebrecht, praticando assim a meritocracia e disponibilizando as oportunidades de carreira para os Integrantes. Quando é necessária a contratação de profissionais do mercado, divulgamos as vagas em portais on-line, com a definição do perfil previamente realizada com os Líderes de cada área.

Em 2016/2017, registramos uma taxa de rotatividade de 12,1%, abaixo dos 12,8% obtidos na safra anterior. O número de demissões para redução de efetivo também foi menor: passou de 2.005 para 447 entre os dois períodos. Para saber mais, clique aqui.

Contratações na safra 2016/2017 Número de contratações Taxa de contratação*
Por gênero
Homens 1.704 83%
Mulheres 360 17%
Por faixa etária
Até 30 anos 1.137 55%
De 30 a 50 anos 851 41%
Acima de 50 anos 76 4%
Por região
Sudeste 361 17%
Centro-Oeste 1.703 83%
*Número de contratações na categoria/total de contratações no período.


G4-LA6

No último ano, obtivemos melhor desempenho na frequência de acidentes e no índice de absenteísmo. A taxa de gravidade, entretanto, foi pior do que no período anterior e do que a meta estipulada, em função do óbito de um Integrante no Polo São Paulo. Nas tabelas abaixo, apresentamos os resultados obtidos por localidade. A segmentação por gênero não é possível, pois o processo de consolidação e gestão desse aspecto não inclui essa variável. Para saber mais, clique aqui.

Taxa de frequência de acidentes* 2016/2017 2015/2016
Polo São Paulo 0,66 1,21
Polo Eldorado 1,70 2,17
Polo Santa Luzia 0,79 1,34
Polo Goiás 0,71 0,83
Polo Araguaia Unidade Morro Vermelho 0,62 1,47
Unidade Água Emendada 0,72 2,04
Polo Taquari Unidade Costa Rica 1,81 2,46
Unidade Alto Taquari 1,29 1,75
Escritórios corporativos 0,00 0,00
Consolidado 0,96 1,52
*Contempla acidentes com e sem afastamento de Integrantes e terceiros. A taxa é calculada como o número de acidentes reportáveis/1 milhão de horas/homem trabalhadas.
Rotatividade na safra 2016/2017* Número de demissões Taxa de rotatividade*
Por gênero
Homens 1.790 9,8%
Mulheres 411 2,3%
Por faixa etária
Até 30 anos 1.037 5,7%
De 30 a 50 anos 1.032 5,7%
Acima de 50 anos 132 0,7%
Por região
Sudeste 420 2,3%
Centro-Oeste 1.781 9,8%
*Número de demissões (exceto redução de efetivo)/headcount médio na safra.


Índice de absenteísmo 2016/2017 2015/2016
Polo São Paulo 170 270
Polo Eldorado 243 416
Polo Santa Luzia 220 449
Polo Goiás 160 188
Polo Araguaia Unidade Morro Vermelho 160 259
Unidade Água Emendada 83 244
Polo Taquari Unidade Costa Rica 189 306
Unidade Alto Taquari 138 208
Escritórios corporativos nd nd
Consolidado 179 229
*Contempla apenas Integrantes. O cálculo da taxa foi alterado neste ano e passou a considerar apenas os afastamentos de até 15 dias, cujos custos incidem diretamente sobre a Empresa. A taxa é calculada como o número de dias perdidos por atestado/1.000 Integrantes.


Taxa de gravidade de acidentes* 2016/2017 2015/2016
Polo São Paulo 1.024 56
Polo Eldorado 72 60
Polo Santa Luzia 28 50
Polo Goiás 22 34
Polo Araguaia Unidade Morro Vermelho 2 45
Unidade Água Emendada 52 43
Polo Taquari Unidade Costa Rica 35 78
Unidade Alto Taquari 134 94
Escritórios corporativos 0 0
Consolidado 222 54
*Contempla acidentes com e sem afastamento de Integrantes e terceiros. A taxa é calculada como o número de dias de afastamento (debitados + perdidos)/1 milhão de horas/homem trabalhadas.



G4-LA9

A média de horas de treinamento por Integrante foi 3% inferior ao ano anterior, principalmente em função da menor rotatividade, o que reduz a demanda por treinamentos. Para saber mais, clique aqui.

Média de horas de treinamento por Integrante em cada categoria funcional* 2016/2017 2015/2016
Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total
Diretores 4,4 na 4,4 5,2 na 5,2
Gerentes e coordenadores 35,1 33,6 34,9 32,3 18,7 29,9
Técnicos 46,1 33,3 43,3 55,5 29,1 48,7
Administrativos 42,7 38,3 41,1 24,9 14,0 19,9
Líderes operacionais 44,9 48,4 45,0 66,0 47,3 65,1
Operacional/Produção 55,1 57,4 55,4 59,1 54,6 58,6
Manutenção 40,6 46,0 40,7 51,7 35,9 51,1
Outros 49,8 46,5 48,8 51,3 44,2 48,4
Média 51,3 51,6 51,3 55,3 37,4 52,6
*Total de horas de treinamento/headcount em 31/3.
G4-SO8

Na safra 2016/2017, um dos Fornecedores de cana da Unidade Eldorado foi autuado pelo Ministério do Trabalho pelo uso de mão de obra indígena em sua fazenda em condições análogas ao trabalho escravo. Assim que tomamos conhecimento do fato após a autuação, fortalecemos o monitoramento de nossos Parceiros Agrícolas. Estamos recorrendo e em contato com o Ministério Público para a solução do caso. Ao longo do período, também encerramos uma ação civil pública sobre a remuneração das horas in intinere (tempo de deslocamento dos Integrantes), nos Polos Araguaia e Taquari, que foi concluída com a aceitação de nossa estimativa sobre essas horas, o enquadramento de todos os Integrantes dessas Unidades nos respectivos sindicatos dos industriários e o pagamento de multa de R$ 2 milhões.